Hugo Sukman é jornalista, escritor e crítico de música, curador do novo Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, que será inaugurado em 2020.

É autor, entre outros, dos livros “Martinho da Vila – Discobiografia” (2013), “Histórias paralelas – 50 anos de música brasileira” (2011), “Heranças do samba” (2004), com Aldir Blanc e Luiz Fernando Vianna, todos pela Casa da Palavra.
Em parceria com Marcos França, escreveu e encenou três peças musicais: “Deixa a dor por minha conta”, sobre a obra do compositor Sidney Miller, que estreou no Sesc Copacabana em 2017 e indicada ao Prêmio Botequim Cultural como melhor texto; “Nara – A menina disse coisas”, peça biográfica sobre a cantora Nara Leão que estreou no Teatro Ipanema em 2018, com temporadas na Sala Baden Powell, no Teatro da UFF e no Teatro J. Safra (São Paulo); e “Com amor, Vinicius – Como sobreviver nesta selva oscura e desvairada”, sobre a obra de Vinicius de Moraes, que estreou no Teatro dos Quatro em 2018, com temporadas na Casa de Cultura Laura Alvim e no Teatro da UFF, também indicado como melhor texto no Prêmio Botequim Cultural.
Para a TV escreveu e dirigiu para a HBO a série em 10 episódios “Hoje é dia de música” (2014), sobre a história da música popular brasileira no século XX; e “Feira Carioca do Samba” (2008) para o Canal Brasil.
Como roteirista escreveu o programa “Os melhores anos das nossas vidas”, TV Globo, apresentado por Lázaro Ramos em 2018. Escreveu e dirigiu diversos shows musicais, como “Edu Lobo – 70 anos”, no Teatro Municipal, com participações de Chico Buarque, Maria Bethânia e Monica Salmaso, e transformado em especial de TV e DVD pelo Canal Brasil; e “Luiz Eça”, com Dori Caymmi, Edu Lobo, Toninho Horta e Zé Renato.
Atualmente, filma seu primeiro longa-metragem para o cinema, o documentário “Aldir Blanc – Ourives do Palavreado”, sobre o escritor e compositor carioca.
Como jornalista, colabora com diversas publicações brasileiras e foi repórter, editor e crítico de música no Globo entre 1995 e 2005, jornal pelo qual também foi correspondente em Paris por três anos. Trabalhou como repórter e crítico no Jornal do Brasil, entre 1990 e 1995 e, teve passagens pelas revistas Veja Rio e TV Manchete.
Entre 2005 e 2017, dirigiu a comunicação e participou da concepção dos projetos culturais da Fundação Roberto Marinho, como o Museu da Língua Portuguesa, Museu do Futebol e Museu de Arte do Rio, e do Canal Futura.
Atualmente, é consultor na área de Patrimônio da instituição, para a qual prepara a implementação do Museu da Imagem e do Som.